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,Uma disputa de corpos - Entrevista com Marcio Abreu

Por Marcio Tito.

Por Nana Moraes, Cássia Damasceno em PRETO


MT - Marcio, primeiro, sem meias palavras... Eu gosto muito do seu trabalho e tento acompanhar de perto a sua produção que é múltipla e constante. Dentro disso, de maneira geral, diria que o que de fato marca o seu teatro é o tratamento que você oferece ao “Corpo”. Eu tenho sempre essa impressão! Há dança, performance, ou mesmo naquela cena icônica que os atores podem beijar e beijam o público (em “Projeto Brasil”), o corpo aparece em disputa e em presença. Na peça “Oxigênio” isso já vem no título: Oxigênio! Nada mais constitutivo do “corpo”, certo? E Preto! Eu quase não citei, mas... Bom, nesse caso, o corpo em debate agudo e urgente!


No contexto da pandemia as “possibilidades de corpo” estão alocadas muito na presença da voz, isso quando precisamos produzir algo nos formatos que se apresentam. Notando a sua atual produção (Escutas Coletivas – Maré) deixo uma questão: O que é que você, enquanto artista, não quis nesse trabalho? Tentando entender a produção a partir daquilo que rejeitamos e também a sua relação com o “corpo” que agora não está possível como antes.


Marcio Abreu – Vamos lá! Obrigado pela reflexão, pela pergunta, pelo contato, pelo afeto. Com o maior prazer a gente pode trocar uma ideia aqui! Bom... É claro que o corpo tem uma presença muito forte no meu trabalho, e no entendimento que eu busco ampliar a respeito do acontecimento teatral, das interações com o campo da performance e de um entendimento das dimensões de sonoridade como partícipes na percepção dos sentidos e na geração desses acontecimentos.


O que eu acho importante falar sobre isso que você me pergunta é, primeiro, sobre essa indissociabilidade que é muito importante para mim, inclusive ideologicamente. Numa perspectiva de entender a minha obra em um confronto “decolonial”, a hierarquização entre cabeça e corpo, entre razão e emoção também. Essa separação entre palavra e corpo... Palavra em movimento ou ação, portanto.


Essas divisões, para mim, deixam de fazer sentido, na medida em que elas correspondem em geral a um pensamento dominante e, pensamento dominante em geral, é o reflexo do pensamento das classes dominantes, e se a gente for falar de classe dominante em um país como o Brasil, e em uma configuração geopolítica como a nossa, mesmo mundialmente, isso significa um pensamento branco, masculino e muito ligado ao neoliberalismo e a todos esses apagamentos que a história "oficial" mostra pra nós.


As histórias que não foram contadas são, justamente, as histórias que têm outras vias de transmissão, que tem corpos e modos singulares de existência como base da produção de pensamento e saberes, e da constituição das experiências performáticas e artísticas. Então a pergunta objetiva de "como eu imaginei realizar esse projeto", o “Escutas Coletivas” foi justamente pensado em criar pontes que promovessem as relações que antes a gente tinha no teatro. O teatro não está acontecendo agora. Nós estamos impedidos inteiramente de realizar o teatro.


O que a gente realiza são experiências outras, que têm o seu vigor e a sua potência, com certeza. Nessa dimensão do distanciamento físico, pra mim, o que não poderia acontecer nessa primeira edição do “Escutas Coletivas”, onde fizemos uns trabalhos sonoro em cima de um texto meu (Maré), o que não poderia acontecer é a gente querer forjar aquilo que é constitutivo do teatro e não se forja sem o teatro - que é a presença dos corpos em relação no mesmo espaço, no mesmo espaço convivial e vibracional onde se forja o acontecimento do teatro e aonde se “performa” as dimensões também de diálogo com o real- e os acontecimentos na perspectiva do teatro, nesse sentido, tem a textura do real, pois são acontecimentos que se inscrevem na dimensão do real, muito embora não necessitem reproduzi-la, pois são articulações de linguagem...


Então... O que eu não queria? rs ... Era não tentar reproduzir aquilo que só acontece no teatro! Eu queria entender tudo como uma experiência específica, com suas especificidades, levando em conta quais territorialidades são essas disponíveis agora e não entender isso como limite. Porque a gente já sabe que é um limite, mas como dentro desse limite, expandir a nossa experiência em uma performance sonora.


MT - Perfeita a sua fala. Você cerca essa questão ampla com diversos saberes. Isso acaba criando um híbrido em sua resposta e isso é muito produtivo, e muito claro. A gente acaba compreendendo com clareza o seu modo de pensar. Dentro disso você falou de "Hierarquização". Acho essa uma palavra muito importante para esse começo de século. A cabeça tendo certa "hierarquia" no contexto do corpo e o corpo tendo um certo protagonismo em relação a palavra também.


Bom, "só" a palavra não é teatro? Como a gente disputa esse tipo de certeza? Essas perguntas surgem e são muito interessantes porque saem da sua fala, em algum sentido.

Sabe, Marcio, acho que o teatro paulista, mesmo o teatro realizado nas capitais brasileiras, nas metrópoles sobretudo, tomou uma fisionomia bastante específica depois da criação das políticas públicas. Alguma coisa ali "pós-Collor", data qual nos reestruturamos outra vez como classe de fato, com verbas e leis de incentivo mais organizadas, definiu esse modelo e o teatro estabeleceu um semblante.


Agora, no contexto da pandemia, a gente sempre tem pensado [sobre] "a volta". Falando das nossas ilusões... Sobre aquilo que fazíamos e que ainda sobre aquilo faremos, falando sobre os nossos desejos... O que você acha que não sobreviverá? Pós-Pandemia, até mesmo por termos sido atravessados pela estética do digital, tão notadamente aplicada pelos fazedores de teatro... O que não deve continuar sendo como era? O que termina aqui para o teatro brasileiro?


Marcio Abreu - As suas reflexões são bastante importantes, não sei se saberei responder, mas vamos pensar juntos! Eu acho que evidentemente, qualquer ação nossa em qualquer campo, tendo vivido não só a pandemia, mas o pandemônio que é a vida em um país cujo governo é declaradamente fascista e genocida, a experiência da vida é, em todos os âmbitos, profundamente afetada. Nós, no fluxo dessas afetações, temos poucas respostas e são todas conjecturas.


Alguns aspectos positivos que me chamaram atenção em relação a tudo que tenho feito nesse período de confinamento (e nesse país em ruínas): Eu tenho notado que muita gente que não tinha acesso acaba tendo acesso àquilo que faço, porque nós vivemos em um país de dimensões continentais, e também em um país com muitas barreiras invisíveis (nem por isso barreiras menos impeditivas), que sãos barreiras sociais, muitas vezes quando você se apresenta em uma cidade, pessoas que moram na cidade não tem acesso, porque não podem se deslocar até o local, ou porque não tem o dinheiro mesmo, ainda que, em "preços populares".


Essa ideia de "preços populares" é bem questionável. Muitas vezes as pessoas realmente não têm como acessar nenhum tipo de bem cultural, seja pelo deslocamento ou pelo dinheiro em si, nem mesmo para pagar um "preço simbólico" e "barato". E isso não significa que as pessoas não tenham interesse, aliás muito pelo contrário, e eu percebo isso justamente nessas ações que eu tenho tido a oportunidade de realizar recentemente. Então eu acho que... Não sei, não tenho resposta para isso, mas... O que poderia não existir mais, ou passar por uma radical transformação são as experiências na arte, numa perspectiva tão elitizada e tão para poucos.


Eu percebo que o vigor daquilo que a gente tem a fazer é na afetação de sentir, de perceber que o que a gente faz é, e está em relação a outras dinâmicas da sociedade, então eu acredito que essa seja uma reflexão, em ação, fundamental para todas e todos nós que trabalhamos em arte no Brasil. O sentido de pertencimento, inclusão, disputa de corpos, quem fala, quem ouve, quem toma o lugar, quem é representado, quais corpos estão em perspectiva, quais histórias não contadas passam a tomar o lugar das histórias "oficiais"... É isso que eu espero que esteja em marcha e que a gente trabalhe diariamente para que aconteça.

Por Guto Muniz, o Grupo Galpão em cena com uma das mais instigantes montagens da década, Nós, com direção de Marcio Abreu


MT - Não se preocupe em ser objetivo. Acho muito produtivo que os artistas pensem alto diante do público. Acho que a gente sempre apresenta obras que "determinamos" que estão resolvidas, mas o público pode fruir da nossa dúvida, afinal, somos especialistas em duvidar das coisas. A sua reflexão aberta é mais do que bem-vinda!


Algum trabalho que você viesse desenvolvendo foi interrompido pela pandemia? E você pensa em voltar com o mesmo? Ou agora, no atravessamento, você pensa em reformular ou já reformulou? Houve alguma revisão? Personagem que sai e que entra, para significar "melhor" essa hora... Uma pergunta mais direta, mas conectada com isso que você acabou de falar...


Marcio Abreu - Claro! A ideia é que a gente pense juntos, em voz alta! E sim, duas coisas foram interrompidas. Uma era uma das temporadas da minha peça mais recente, uma adaptação, uma “transcriação” a partir de uma obra de juventude do Tchekhov, mais conhecida como Platonov, mas, orginalmente, uma peça inacabada e sem título, a qual eu dei o nome de “Por que não vivemos?


Estava em cartaz e foi interrompida e, claro, não sabemos quando volta... Mas os planos é que a gente possa voltar o quanto antes. Evidentemente que essa experiência vai afetar a gente e, provavelmente, mudanças na peça acontecerão em virtude disso tudo, ainda não sei quais, mas, provavelmente sim.


A outra coisa é que exatamente uma semana antes de começar a quarentena aqui no Brasil eu estava começando a primeira residência de criação da minha peça nova, que deveria ter estreado em julho, no dia três, em São Paulo, no Sesc Consolação. Então, claro, foi adiada. A gente fez uma primeira residência desse projeto, se chama "Sem Palavras". É um projeto que está inserido nessa sequência de criações - Projeto Brasil, Preto - então, um terceiro movimento dessa criação seria o É, o sem palavras.


Depois dessa primeira semana de encontros presenciais, em São Paulo, a gente teve que parar. Eu continuei fazendo um trabalho mais ligado à dramaturgia e à distância. Tive alguns encontros com a equipe, e agora nos últimos dois meses eu dei uma parada. Outras coisas se sobrepõe e é importante dar tempo das coisas acontecerem, respirar um pouco... Eu ainda não sei como vou agir, mas continuo trabalhando na dramaturgia. Precisamos encontrar um modo de ensaiar, assim que der, porque a peça tem datas de temporada e circuito na Europa a partir de maio de 2021.


Na Alemanha, na França e em Portugal, em princípio, essas datas estão mantidas. Inclusive outras datas estão sendo articuladas nessa primeira turnê, até porque há teatro que são co-produtores da peça, e no Brasil o trabalho tem co-produção do Sesc de São Paulo. No entanto, a gente não sabe quando poderá ensaiar e estrear. Então a gente ainda continua no trabalho à distância.

Por Bob Sousa, o artista Marcio Abreu

MT - O que fica da sua fala é uma instabilidade, uma falta e previsão e também de desejo de prever e isso, em alguma medida, embora atordoante, é impulsionador de outras fricções! Para tentarmos chavear um pouco o seu pensamento nessa hora, há algum trabalho que você tenha visto e que tenha deixado aí um rastro positivo, negativo... Algum trabalho que você tenha acompanhado, ou mesmo que tenha sabido da sinopse e tenha vindo daí uma reflexão acerca do que interessa ou não ser produzido no digital... Acho que expondo o que pensamos do outro, às vezes nos autobiografamos, né? Então para darmos uma encerrada no seu apontamento, nesse documento tão quente, tão dentro do calor da hora.


Marcio Abreu - Realmente! Esse "não saber" precisa ter forma impulsionadora e não paralisante. Eu vi muitas coisas nesse período da quarentena. Vou citar duas que são razoavelmente mais recentes. Uma é uma performance que, na verdade, se originou de um convite para ser uma fala em um contexto acadêmico, que a Eleonora Fabião foi convidada a fazer, então, ela aproveitou e transformou isso em uma performance que, na minha opinião, tem um vigor muito grande como linguagem, que leva em consideração a perspectiva desse distanciamento. Ela fez uma espécie de "roda de encantamento" em duas ocasiões.


A primeira, justamente quando ela foi convidada a falar, na Universidade Federal do Ceará, e essa mesma performance ela realizou dentro do processo formativo dos alunos da EAD, em São Paulo, organizado pelo José Fernando Peixoto de Azevedo, que também a convidou. Ela fez uma performance chamada "Eletrovento", que é extraordinária. Eu sugiro muito que todos vejam. É extraordinária, extraordinária! Está no YouTube e estão disponíveis as duas experiências (UFC e EAD). Essa performance da Eleonora Fabião foi uma das coisas mais potentes que eu vi assim, virtualmente.


A outra coisa que vi e que me impactou bastante é um projeto chamado "Museu dos Meninos", realizado pelo Maurício Lima, que é um jovem artista carioca, originário da Vila Cruzeiro, do Complexo do Alemão, aqui no Rio. Ele recebeu uma bolsa de uma fundação holandesa para realizar esse projeto, e ele realiza no contexto de um coletivo que se formou agora, nessa pandemia, que se chama “Pandêmica Coletiva”, que é um coletivo temporário.


Eu acho que essa afirmação de ser temporário, essa lucidez é muito importante: um coletivo temporário de criação. Eles estão realizando uma série de ações e inclusive festivais! É uma galera de várias partes do país... Tem o Juraci, que é do Ceará, radicado no Rio, enfim... E o Museu dos Meninos é uma série de ações, entre elas uma performance, que re-coloca esse lugar do museu e faz uma espécie de inventário de depoimentos de jovens e adolescentes que vivem no contexto das favelas e que se colocam então as suas vozes e relatos de vida dentro de uma perspectiva museológica (não da conservação, mas da invenção de memória e da projeção para a possibilidade de haver futuro). É uma performance híbrida, audiovisual mas também com ações... E, junto com essa performance, dentro do conjunto de ações que eles realizam nesse escopo, eles tem feito uma série de encontros (em lives) com ativistas de várias partes do mundo, incluindo o Brasil, a respeito das militâncias do negros e negras e de corpos LGBTQIA+ em movimento. Eu acho uma ação muito potente.


Outra ação que eu gostei muito e que acho que vale à pena ver, e que está disponível nas plataformas do Instituto Moreira Salles, é uma "peça audiovisual", uma espécie de filme, que a Grace Passô e a Wilsa Esser, que uma diretora de fotografia, que é parceira da Grace, fizeram, um pequeno filme chamado República. É uma obra de quarentena muito vigorosa. Esses três exemplos.


MT - Acho que com esse termo "Obra de Quarentena" a gente encerra em grandíssimo estilo. E muito otimistas da nossa potência em fazer as coisas. É possível ter uma "obra de quarentena". É muito bonito o enquadramento que você dá às criações nesse período. Muito obrigado pelo seu tempo e pela qualidade que você deu a esse tempo. Sua reflexão é elegantíssima, fina e super dentro dos assuntos que realmente nos importa colocar em disputa nessa hora. Obrigado! E parabéns pelo trabalho que me pareceu super lúcido para essa hora.


Marcio Abreu - Valeu! Obrigado pela qualidade da conversa, das proposições e pensamento. Vamos seguindo. Um abraço grande e... Coragem!


Agradecimento especial Marcia Marques.


Ao leitor, obrigado por ler a nossa entrevista.


,Sobre o dramaturgo e diretor Marcio Abreu:


Sua formação tem passagens pela EITALC (Escola Internacional de Teatro da América Latina e Caribe e pela ISTA (Escola Internacional de Antropologia Teatral). Fundou o Grupo Resistência de Teatro, com o qual trabalhou por 6 anos. Diretor da companhia brasileira de teatro em 1999, sediada em Curitiba, desenvolve pesquisas e processos criativos em intercâmbio com artistas de várias partes do país e também de outros países. Entre os seus principais trabalhos estão: “A Vida é Cheia de Som e Fúria”, co-produção da com a “Sutil Cia de Teatro”, trabalho como ator (2000); “Volta ao dia”…, texto e direção (2002); “O Empresário”, ópera de Mozart, adaptação e direção (2004); “Suíte 1” de Philippe Minyana, direção (2004); “Daqui a duzentos anos”, textos de Anton Tchekhov, dramaturgia e direção, com ACT e Luis Melo (2004/2005); “Apenas o fim do mundo”, de Jean-Luc Lagarce, direção (2005/2006); “Polifonias”, dramaturgia e direção (2006); “O que eu gostaria de dizer”, dramaturgia em colaboração com os atores Luis Melo, Bianca Ramoneda e Marcio Vito e direção (2008); “Caixapreta – Faço minhas as suas palavras”, direção e criação em parceria com a atriz Bianca Ramoneda (2009); “Noël”, espetáculo cênico-musical sobre a obra do compositor Noel Rosa (2010); “Vida”, texto e direção (2010); “Oxigênio”, de Ivan Viripaev, adaptação e direção (2010); “CYRK”, espetáculo cênico-musical com o “Trio Quintina”, roteiro e direção (2011); “Isso te interessa?”, de Noëlle Renaude, tradução, adaptação e direção (2011); “De Verdade”, adaptação do romance do autor húngaro Sándor Márai, com os atores Kika Kalache e Guilherme Piva (2012); “Esta Criança”, co-produção com a atriz Renata Sorrah, direção (2012); “Enquanto estamos aqui”, solo com a coreógrafa e dançarina Marcia Rubin, direção e roteiro (2012). Ainda em 2012 escreveu uma adaptação de “Os três Porquinhos” para a Commedie Française, em Paris e escreveu a peça “L’histoire du rock par Raphaelle Bouchard”, em Gap e Limoges, na França, ambas dirigidas pelo francês Thomas Quillardet.


Em 2012 foi escolhido como personalidade teatral do ano pelo jornal Folha de São Paulo. Recebeu o Prêmio SHELL RJ de melhor direção pelo espetáculo “Esta criança.” A peça “Isso te interessa?”, de Noëlle Renaude, recebe em 2012 o Prêmio APCA e o Prêmio Bravo! de melhor espetáculo do ano, além de 5 indicações ao Prêmio Questão de Crítica, levando o prêmio de melhor diretor. Em 2013 colaborou na direção da peça “Cine Monstro”, de Daniel MacIvor, dirigida e interpretada por Enrique Diaz. Dirigiu “Nús, ferozes e antropófagos”, em colaboração com a companhia francesa Jakart/Mugiscué e o Centro Dramático Nacional de Limousin. Em 2015 dirigiu KRUM de Hanock Levin numa segunda parceria de produção com a atriz Renata Sorrah, que renderam muitos prêmios como os de melhor espetáculo (Cesgranrio e Questão de Crítica). Em 2015 também escreveu e dirigiu “PROJETO bRASIL” com os parceiros da companhia brasileira de teatro. Em 2016 dirigiu o renomado Grupo Galpão no espetáculo “NÓS”, texto escrito em parceria com Eduardo Moreira. Em 2017 coordenou e dirigiu o projeto “PRETO” da companhia brasileira de teatro, parceria com a atriz e dramaturga Grace Passô e com a atriz Renata Sorrah.


Orienta regularmente desde os anos 1990, oficinas, cursos, seminários e palestras relacionados ao trabalho do ator e à criação dramatúrgica. Atualmente é orientador do Nucleo de Direção do SESI PR. Segue ministrando oficinas de dramaturgia em diversas partes do país, além de atividades de curadoria e intercâmbio com outros artistas nacionais e internacionais.


Em 2012, teve seu texto “Vida”, publicado na França, pela Maison Antoine Vitez, numa coletânea de Énova dramaturgia latino-americana. Em 2016, publicou pela Editora Cobogó os textos: PROJETO bRASIL e MARÉ.


@marcioabreeu

@canal_aberto

@pandemicacoletivo

@museu dos meninos

@institutomoreirasalles

@gracepasso

#escutascoletivas


www.companhiabrasileira.art.br


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