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,Design, Livro infantil e o Racismo - Entrevista com Tadeu Costa

Por Guilherme Paes.

Capa do livro


O interesse em entrevistar o professor Tadeu Costa surgiu depois do post realizado por ele comemorando os 10 anos da publicação do livro “Eu não sei de qual África veio o meu bisavô”, me despertando uma curiosidade particular de conhecer seu trabalho nesta publicação.


A minha relação com o autor já tem um tempo, ele foi um dos principais professores em minha formação como designer, atuando de forma dedicada e brilhante no ensino da tipografia, uma referência sem igual no modo de ensinar.


Nossa entrevista irá se guiar no conhecimento do projeto gráfico do livro, suas escolhas para a tipografias, cores, significados e técnicas. Mas sem deixar de lado os propósitos e discussões que a produção levanta acerca da relação entre o design, a política e as pautas raciais.


Espero que o leitor desfrute desse texto que apresenta de forma genuína o processo de design gráfico atrelado a vida e a história de seu autor.


A entrevista foi feita via vídeo-chamada pelo messenger e depois transcrita.


GP - Professor, o projeto gráfico e a escrita do texto foram idealizados pelo senhor?


TC - O projeto gráfico e a escrita são distintos na realidade. A ideia do livro surgiu de uma outra coisa que já vinha me inquietando há muito tempo. A história do meu bisavô, das relações dos pais com as suas origens do meu avô, com as origens dele na cidade que eu nasci, em Cataguases-MG, eram coisas perdidas. Nós não chegávamos a conversar com extensão esse assunto e ficava por aqui mesmo; e, quando eu cheguei à universidade, quando comecei a estudar essas questões, começaram a se aproximar um pouquinho mais devido ao grupo de pessoas que eu conhecia, ficava mais próximo de conversar. Com muita coisa e lá entre esses integrantes do segundo período ginasial até a faculdade que falavam: Meu pai é português, o meu é americano aí eu falei putz. Esses caras têm origem e essa questão sempre batia e então eu não sou de lugar nenhum? Significa isso. Eu sou o lastro da anarquia da escravidão. Ela cortou esse vínculo que foi discutido eu fui aprofundando aos poucos.


Se você observar no livro, a história, a referência não é infantil, são autores de referência, são autores que eu estava estudando mesmo na época para entender a questão de quais são os papéis e qual é desse lastro com a Europa? Muda a expressão das pessoas que quando mencionavam isso no grupo e entre amigos e, ao mesmo tempo, também recebia visível um status diferente dos outros. Isso ao mesmo tempo que eu pensasse: olha eu sou brasileiro e que eu tinha acesso livre a outro continente. Então sou mais do que brasileiro, ou então que eu sou exclusivamente brasileiro já que estou perdido aqui. Então eu ficava com essas ironias comigo mesmo. Mas no contexto geral esse número é extremamente grande no nosso país de títulos sem referência lá pelos 55% da população.


Bem essa era uma questão que se articulava e, ao mesmo tempo, o meu pai que também citava isso nas palavras dele. Não sei o que eu queria saber. Então teve um período um pouquinho depois que eu sai. Nós fomos até uma cidade vizinha chamada Laranjal, onde nós temos a conexão de onde ele veio, onde aprendeu a ser alfaiate, esta cidade que fica na divisa de Rio com Minas e praticamente nós fomos até lá conhecer esse cara que ensinou a ele desenhar a calça, costurar, cortar, a profissão técnica. Inclusive, em umas das aulas da professora Ana Mae, eu usei esse período para ilustrar quando ela fala em 1928 e 1933 que tem um ensino técnico de formação abrangente no Brasil, em 1928 é praticamente o ano em que meu pai nasceu.


Esses ensinamentos eram formados nas cidades capitais, por exemplo, e eu entendi que esse senhor aprendeu a trabalhar e trouxe isso para Laranjal e, não por acaso, meu pai era da roça próximo a Laranjal. [Meu pai] Ficou sabendo disso, sabendo da habilidade de costurar e a coisa, acho, que tem uma simbiose que tem alguma coisa de grave e deduzi assim, até troquei essa ideia com a Ana Mae sobre a possível conexão do ensino técnico.

A origem da ideia, da escrita, é dessas inquietações. Não tinha nada na época, não tinha ideia de como fazer isso, de que maneira fazer neste período, a minha filha que tem agora 20 anos estava com dez. Eu achei que era um bom momento, que eu poderia produzir algo pelo olhar dela.


GP - O porquê do Livro Infantil?


TC - Por vários motivos. Na época, pela possibilidade de escrever algo científico com mais fundamento, por exemplo, sem ter muito o domínio para isso. Poderia sim escrever uma história sobre meu pai, um conto, um romance ou um registro jornalístico. Poderia elaborar uma coisa muito mais sofisticada. Mas a história infantil sempre esteve perto do meu universo desde a minha primeira filha que tem 39 anos. Escrever histórias para as duas num período de infância até os dez anos era um exercício que fazíamos e que faço ainda em casa e, agora, com minha neta Maria que também tem dez anos. E esse exercício tomou forma a partir do momento que nessa época também há dez anos atrás as questões raciais estavam também em debate com outro tom, mas estava em debate. É nesse período do exercício em que parte dos amigos do trabalho também são autores e ilustradores. E consegui por acaso fazer o livro de uma maneira muito intuitiva.


GP - Existe alguma interação entre a linguagem escrita e a visual?


TC - Tem sim uma interação na disposição de cores chapadas com traço e na página oposta colorida. É uma coisa simples, é uma coisa colorida. Então é questão de pele. É o contraste mesmo de linguagens visuais. A expressão, a intenção é bem subjetiva, mas tem essa vontade de discutir. Mas a intenção é essa mesmo do contraste.

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Esse contraste que, por exemplo, esse navio todo colorido e do lado de cá esse deserto extremamente belo e plástico e, ao mesmo tempo, tem essa estrutura limpa e simples de um lado e a estrutura rica do outro, então há um contraste da pobreza visual, da riqueza. É uma linguagem subjetiva, mas que os dois não deixam de ser bonitos. Essa era a intenção, parece intenção de brincar com isso.


GP - Muitas das ilustrações presentes no livro me parecem bem soltas com traçados à mão livre, (inclusive de inúmeras arvores que me recordo do senhor desenhando em aulas de ilustração na faculdade). O porquê desse tipo de ilustração para o livro?


TC - É um estilo que eu gosto e faço até hoje. De exercitar, de construir um desenho com vários rabiscos sem tirar o lápis do papel. É um exercício que constantemente eu meu desafio. É um exercício que eu gosto muito de fazer. Mas aqui no livro a impressão era fazer um traço simples e consistente com a beleza simples e um outro oposto colorido usando a mesma estrutura do traço simples, porém com a cor. Esse contraste entre técnicas faz parte também do diálogo da mensagem de que África veio o meu bisavô.


GP - Em algumas páginas é possível identificar um contraste de estilos entre as ilustrações, elas se apresentam através da técnica da pintura e outras somente com linhas, o porquê dessa escolha para as composições?


TC - É a simplificação de uma linguagem; ou diríamos uma parte social simples e uma parte social complexa. Dentro de um limite X de representação e uma outra parte extremamente rica que ninguém conhece, dentro de um limite X de representação e uma outra parte social extrema que ninguém sabe.


Então é um contraste mesmo, se bem que eu não estou opondo a pessoa branca e a pessoa preta, é o mesmo ambiente e mesmos personagens, a mesma história.


A questão é de mostrar as duas linguagens, de mostrar por exemplo referências em que ela fica quase neutra, o desenho fica quase neutro. E outros extremamente expressivos e subjetivamente mostrar a técnica do desenho, da aquarela, do guache.


Existe outra questão também em que pesquisei. A maioria dos autores, dos grandes autores e editoras sobre histórias de origens Africanas que se tinha em um livro infantil não contava com a referência bibliográfica.


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GP - Também percebi que o livro conta com as referências bibliográficas, o porquê disso?


TC - Os autores acham que são donos eternos do conhecimento! Imagina você com 5 ou 6 anos de idade e chega no final do livro com referência bibliográfica. Você vai chegar com 20 anos sabendo o que é isso, sem ter toda a necessidade de uma graduação para saber da existência dela. Na minha visão esse é um erro muito primário. É uma questão crítica minha do porquê apresentar o recurso da bibliografia, mas até hoje os maiores desenhistas ou boa parte deles ainda se recusam a ter a referência como inspiração.


GP - Como o livro infantil pode colaborar para a memória cultural e histórica de um povo? (Gostaria que o senhor por gentileza pudesse citar outros trabalhos que colaboram com essa proposta).


TC - Existem vários trabalhos que colaboram com essa configuração, vários mesmo.

Dentre os autores que eu admiro. Um deles é o Nelson Cruz, um grande desenhista, ilustrador que eu admiro muito pelo trabalho e que também escreve. Alexandre Rampazo também é outro cara que eu admiro demais pela sua produção. Os detalhes que ele tem e os temas que ele aborda. Outra dupla que eu também acho extremamente, delicada nessa construção, que trabalha com o tema do meio ambiente e da reserva ambiental é o Lulalau e a Laura Beatriz que tem uma coleção infinita sobre brasileirinhos que são aves específicas de todo o Brasil. Então tem uma lista grande de autores que eu admiro e coloco debaixo do braço constantemente eu passo os olhos, compro o último lançamento. Tem alguns autores que eu vou no lançamento compro, trago para casa.


Guardo e até hoje acompanho esse mercado. Tenho vários livros na gaveta também em produção. Mas voltando, eu acho que o caminho, ou pelo menos a minha intenção foi produzir através desse livro uma contribuição. Então a minha intenção verdadeira era contribuir com 2 ou 3 questões com esse trabalho: uma delas é a referência bibliográfica no livro infantil.


Essa é a principal delas. A segunda ao falar sobre a grande dicotomia da referência familiar de ligações com pai e a família fora do país.


Desse problema de somente interessar a América do Norte e a Europa, a outras regiões acabam não se tendo de interesse. Mas enfim, são valores, são questões que eu quis discutir com o livro. Basicamente foi essa a minha verdadeira intuição e que eu defendo até hoje.

Ilustração original pintada a mão


GP - E tem alguma particularidade no tipo de linguagem visual do livro infantil que pode colaborar com a memória?


TC - Na verdade, essa estrutura é sempre trabalhada em página dupla. Ela é articulada com a página espelhada. A questão está de um lado e o relato de outro. Existe uma linguagem gráfica. Eu quero o colorido para o problema e o preto e branco como o contraste, como um relato. Essa dicotomia é para colocar bem claro o que eu estou querendo falar.


O que está deslocado dos questionamentos ou da inclusão, da participação Social, desde a parte histórica até a área da educação profissional.


Para você ter ideia na cidade em que eu nasci, na época com 16 anos eu queria ser desenhista de estampa de roupas, era o meu sonho. Eu andava de bicicleta, tinha uma namorada, mas não dava muito certo, mas eu queria muito era trabalhar na indústria de roupas. Aí eu fui ser desenhista de chitas. A cidade era conhecida por anos devido essa produção.


Cheguei a esse laboratório, eu tinha um desenho bom. Fiz o teste achei que estava legal, mas o cara me falou: olha o seu desenho não está bom. Aí eu ganhei uma vaga na cozinha da indústria para fazer tinta para a máquina. Não gostei do trabalho e fui para outra fábrica. Então eu trabalhei em fábricas que elas não me aceitaram, se me aceitassem como diz o grande autor Luis Ruffato: Tadeu se você fosse aceito nessas empresas estaria lá até hoje. Você iria ganhar um salário e ficaria satisfeito, teria casado e tido seus filhos você não sairia daquela cidadezinha que o centro fica a 20 passos do Centro mais 10 você muda de do bairro, enfim. Mas essas são decisões que afetaram a minha vida. A minha mãe morreu na minha frente com 16 anos e a partir do falecimento dela, eu fiquei mais um ano na minha casa com o meu pai e depois fui para a cidade vizinha para estudar.


GP - Como se tem percebido recentemente as diversas manifestações antirracistas, como por exemplo a BlackLivesMatter, resultantes da infeliz morte de pessoas como George Floyd nos Estados Unidos, Guilherme Silva Guedes e João Pedro Mattos no Brasil, entre outras diversas vítimas. Gerou-se um debate mais amplo sobre o racismo estrutural em nossa sociedade. Como o senhor enxerga o papel do design gráfico na contribuição do antirracismo?


TC - Se eu for responder de imediato eu já estou fazendo isso. No “Eu não sei de qual África veio o meu bisavô”, eu quis contribuir com essa questão, discutindo esses valores. Independentemente de ser, um ser humano e também querer uma oportunidade social, política, eu acredito que o design gráfico tem espaço sim para manifestações de outras categorias, em amplas áreas da sociedade. Não exclusivamente do momento de agora que nós estamos passando. Mas sim de entender e ao mesmo tempo proporcionar uma participação maior da classe inferior. Independentemente de ser literalmente negro, mestiço ou índio, a minoria mesmo, mas que se dê uma possibilidade para expressar.


Enfrentamos mais do que a oportunidade, que aos meus olhos são as questões que impõem o que é qualidade no ensino do design gráfico. Vivemos um bom tempo em sala de aula, discutimos várias questões na costura em que eu me encontrava naquela época, eu era autoridade para vocês dentro do espaço, porque tinha que ter uma representação, mas ao mesmo tempo vocês davam o tom de tudo que estava para ser feito. Então é a reação do grupo que faz o professor desenvolver algo. Eu percebia isso em vocês ativos, querendo fazer e eu ia animado todos os dias.


Existia uma disposição para discutir as coisas e ao mesmo tempo produzir. Mesmo com os nossos defeitos do lado de cá. Não éramos na época donos de toda a verdade. Com certeza você deve confirmar isso hoje nesse processo de formação para ser um professor.


Enquanto há uma porcentagem de duvida que é necessária inclusive para que a ciência e a compressão sobrevivam a uma determinada ditadura educacional.

Ilustração original pintada a mão


GP - Como o design pode potencializar as discussões políticas?


TC - Primeiramente ela tem que ser natural. Eu não posso tentar pegar uma coisa e fazer uma bandeira em cima dela e a partir de aí encaixar o meu olhar como designer específico para a luta dos pretos nesse momento social. As minhas raízes me alimentaram e vêm junto comigo criando essas estruturas, minhas participações. Ao mesmo tempo já que eu mudei, vou ler a Jamila, vou ler o Silvio, o Laurentino Gomes. Eu acompanho o argumento já a muitos anos. Então é fundamental a sua vivencia a partir de referências bibliográficas publicadas.


GP - Uma imagem que marcou bastante o movimento do BlackLivesMatter, foi a escrita que fizeram em amarelo na avenida que fica em frente à Casa Branca em Washington DC. Depois de algum tempo, poucas pessoas tentaram apagar e manchar aquela manifestação. O que o senhor acha desse tipo de manifestação através do uso da tipografia?


TC - A ação é reflexo da não aceitação da reivindicação. Eu não aceito a sua reivindicação de valores. O oposto de tudo isso está naquela favela do Rio, o policial que também tem origem preta, invade uma casa mata um garoto e ninguém vai para o asfalto e escreve a frase: Vida preta é importante, ninguém faz isso. Nem a própria polícia, nem a própria sociedade e muito menos os grupos que estão reivindicando porque a pressão sobre eles é muito grande.


Existe algo diferente na sociedade americana, mas em especial eles pelo menos tem peito para fazer isso. Para dar a cara a tapa. Algo que aqui na cidade maravilhosa do nosso país, que nunca foi maravilhosa, ou nas outras cidades capitais que têm seus mandos bem apertados. Bem como eu posso reivindicar isso? Vou fazer minha camiseta? Ou eu vou fazer da minha vida uma briga pela importância do preto. Procurar uma boa convivência contigo e mostrar o meu valor. Estou fazendo a mesma luta só que sem uma faixa estendida, sem pintar um asfalto, estou a 30 anos fazendo isso e agora se tornou uma questão social, de respeito social.


GP - Mais uma vez eu agradeço pela entrevista.


TC - Eu que agradeço a atenção e o carinho com o trabalho.


GP - Depois que passarmos pela pandemia vamos tomar um café!


TC - Até dois!


Ao leitor, obrigado por ler a nossa entrevista.


Link para a compra do livro: https://www.amazon.com.br/n%C3%A3o-Qual-%C3%81frica-Veio-Bisav%C3%B4/dp/8578650360/ref=sr_1_2?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&dchild=1&keywords=tadeu+costa&qid=1597672784&sr=8-2


,Sobre o entrevistado:


Tadeu Costa é doutorando na Universidade Anhembi Morumbi -2020, graduado em Desenho Industrial, pela Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG), pós-graduado e mestre em Comunicação e Marketing, pela Faculdade Cásper Líbero. Professor de Tipografia, Design de Identidade Visual e Ilustração, na Universidade Senac. Trabalha com editorial, ilustração e produção gráfica. Foi também professor nas seguintes Universidades: FAAP-Fundação Armando Alves Penteado; São Marcos; Anhembi Morumbi.


Premiado em 1999 pelo Museu da Casa Brasileira com o modelo utilidade Filtro para pia; em 2005, premiado com o filme Sombras no Festival do Minuto; 2006, Autor dos seguintes livros: Do Maíz à Maizena, um layout de 140 anos, Editora Rosari; em 2010, Eu não sei de qual África veio o meu bisavô e Cada número uma história; em 2011, O menino, o Natal e a Folia de Reis, Editora Lazuli; e em 2014, O menino Feijão com Guilherme Rocha também pela Lazuli; 2015, 2o lugar no Salão de Design de Bento Gonçalves (RS), com o produto Prato para pessoas com mobilidade reduzida; 2015, prêmio ilustrador da Universidade de Sorocaba com o livro Luís, papai dormiu de novo. Universidade do Porto. Apresentação do Projeto Poesia NonSense com um poema exclusivo, in-memoriam, da Angela-Lago; Essa atividade fez parte de uma disciplina livre, na Universidade Anhembi Morumbi em 2017/2018. Apresentados nos eventos Post-Digital Letterpress Printing - Conferência internacional sobre práticas de design tradicionais e inovadoras usando impressão tipográfica, aconteceu nos dias 30/31 de Janeiro/2020, Porto – Portugal e também Julho/2020 no Seminário Makeready (on-line) organizado pelo comitê Comitê das Universidades de Erin Beckloff, Miami, Stephanie Carpenter, Hamilton Wood Type & Museu de Impressão, Katherine Fries, Universidade de Indianapolis, Allison Fisher, Coleção e Imprensa Globe no MICA, Matthew Reid, Gerente de Produção, Vida  Sačić , Universidade do Nordeste de Illinois, Klara Vith, London College of Communication, David Wolske, Universidade do norte do Texas. Apresentação do artigo Tipografia e Monumento, no XI Congreso Latinoamericano de Enseñanza del Diseño, Julho 2020.


Currículo Lattes:

https://wwws.cnpq.br/cvlattesweb/PKG_MENU.menu?f_cod=175299B749E4BB7D39BC1951967457BF

www.behance.net/tadeucosta tadeucosta15@gmail.com tadeucosta15.blogspot.com.br




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